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Raiva Canina: livre seu companheirão desse mal (03/09/2013)
Por ser incurável, a raiva é uma mais conhecida das zoonoses – infecções e doenças transmitidas entre animais vertebrados e humanos – que deve ser prevenida através da regular vacinação nos animais. O maior transmissor da doença é o morcego hematófago que se alimenta exclusivamente de sangue de vertebrados. Todos os morcegos podem carregar o vírus da raiva, mas para que ocorra a transmissão é necessário o contato da saliva com o sangue do animal. O contágio em humanos ocorre principalmente através da mordida de um animal, incluindo os domésticos, mas nem sempre a mordida de um cão ou gato transmite a doença. Se houver contato com a saliva do raivoso, seja por meio de um corte, ferida e até mesmo uma queimadura, a probabilidade de contágio é alta. Diagnosticados os sintomas da raiva, não há mais cura. Nos animais, a mudança em seu comportamento, ficando mais recluso, agindo de maneira diferente do habitual, sendo agressivo, salivando muito e chegando à paralisia completa, são os aspectos que levam a crer no contágio. Os sintomas no homem são os mesmos apresentados nos animais, por isso o controle de vacinação dos seus animais de estimação deve ser rigoroso, já que a vacina é a única forma de controlar a doença, que está quase erradicada nos grandes centros, mas ainda existe. Como nem sempre sabemos a origem e o tratamento dado a animais de rua, por exemplo, é importante procurar um posto de saúde imediatamente para receber o tratamento adequado contra a raiva. Para diagnosticar um animal com raiva são necessários exames do cérebro e do tronco cerebral em busca do vírus. Manter o animal em observação também ajudará no diagnóstico. Se o pet for mordido por um animal infectado e não estiver vacinado ele adoecerá e provavelmente virá a falecer em torno de 10 dias. Por isso é imprescindível ficar atento às campanhas de vacinação no controle da raiva em sua cidade ou estado.
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