Cuidados, Dicas e Notícias
Cuidados demais podem favorecer doenças nos pets (20/07/2011)
Na ânsia de agradar o animal de estimação, muitos donos tentam cuidar deles como se fossem humanos, mas o médico veterinário Marcus Paranhos explica que tal atitude pode causar graves doenças ou até levá-los à morte. Carinhosos, manhosos e até um pouco mimados, os pets são companheiros para todas as horas e estações. No entanto, certos exageros em sua criação podem favorecer o surgimento de doenças comuns aos humanos no verão, por exemplo, como gripe canina, inflamação na garganta e até pneumonia. Por isso profissionais alertam aos criadores para os cuidados que devem ter – principalmente em períodos de calor intenso, fazendo ressalvas aos excessos no tratamento. Na tentativa de recompensar o carinho dispensado pelos animais aos seus donos, muitos criadores estendem o conforto de sua casa. “Quando o tempo está quente, até a colocamos para dormir perto de um ar condicionado, bem como costumamos dar água gelada também. Ela adora”, conta a publicitária Raquel Albuquerque, que junto das duas filhas tratam uma poodle, de três anos, como um membro da família. “Ela tem dois tumores nos olhos e uma hérnia umbilical, mas a amamos e a tratamos como uma ‘lady’.”, brinca a publicitária, que vê no conforto da casa um benefício para Khloe, que nunca teve doenças respiratórias graves. Mas tanto conforto assim é para os humanos, quando animais têm fragilidades e baixar a imunidade do pet o deixa suscetível a doenças respiratórias com pneumonia e gripe. A causadora da gripe canina é a bactéria Bordetella bronchiseptica. Ela pode ser combatida com o calendário vacinal em dia e, se não for tratada corretamente, pode evoluir para uma pneumonia. Além disso, “as mudanças bruscas de temperatura, como ocorre quando tiramos os pets do calor e os submetemos ao frio do ar condicionado, pode ocasionar na inflamação da garganta”, esclarece o veterinário Marcus Gusmão, que comenta outro problema comum à humanização no tratamento do animal: o banho diário. “É só um por semana”, alerta.
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